Sinistralidade, o que é
O indicador que passa a decidir o reajuste sozinho, explicado em detalhe.
Ver o que é sinistralidadeTrinta beneficiários é a linha que a Resolução Normativa 557 da ANS usa para trocar duas regras de uma vez: a carência para quem entra logo e a forma de calcular o reajuste. Esta página explica o que muda de verdade nesse momento, sem confundir cruzar a linha com virar uma empresa grande.
Cada linha acima é condição que varia por operadora e por produto. Nenhum número aqui é garantia de contrato: a condição real sai na proposta da operadora escolhida.
Duas regras trocam de figura na mesma marca
Trinta dias que não voltam
A dispensa de carência não é permanente nem automática para sempre: ela vale para quem se vincula em até trinta dias contados da assinatura do contrato ou da entrada naquela empresa. Depois dessa janela, o ingresso volta a seguir os prazos normais da lei.
O que passa a fazer sentido a partir daqui
É essa data que define o número de beneficiários considerado no próximo cálculo de reajuste.
É o insumo que mostra como a sinistralidade da carteira está se formando, antes da carta de reajuste chegar.
Vida que já saiu da empresa e continua sendo cobrada infla o indicador sem gerar nenhum benefício.
Não precisa ser um cargo novo no início: precisa ser uma pessoa certa, para a rotina não se perder entre outras tarefas.
Perguntas frequentes
Não. A dispensa de carência vale para quem entra em até trinta dias daquele evento específico, a assinatura do contrato ou a vinculação à empresa. Quem já estava no plano antes, cumprindo carência sob a regra anterior, segue o prazo que já estava correndo.
É por isso que a data da trigésima inclusão vira uma referência que vale guardar, não só um número solto na planilha.
Não. O enquadramento observa o número de beneficiários no mês de aniversário do contrato, e é só nessa data que a nova régua de cálculo passa a valer para a renovação seguinte. Cruzar a marca no meio do ciclo não antecipa nem atrasa esse cálculo.
A página sobre a faixa de até vinte e nove vidas mostra o mesmo mecanismo pelo lado de quem ainda está no agrupamento.
Não necessariamente, ao menos no começo. O que passa a fazer sentido é uma rotina, ainda que informal: conferir a fatura contra a lista de vidas ativas e guardar a memória de cálculo de cada renovação.
Quando essa rotina cresce e passa a exigir canal dedicado, o caminho descrito em gestão de benefícios para o RH mostra o que uma estrutura formal cobre.
Não. Trinta beneficiários é só a linha que a norma usa para trocar a régua de reajuste e de carência, não uma classificação de porte de negócio. Uma empresa pode ter trinta vidas e continuar sendo administrada por poucas pessoas, sem filial nem diretoria formal.
Quando a conversa passa a envolver várias cidades, estrutura de recursos humanos e apresentação de estudo para a diretoria, a página para média e grande empresa é o próximo passo.
Depende da operadora, mas contrato deste porte costuma dar direito a relatório de utilização compartilhado, que é o insumo principal para acompanhar a sinistralidade antes mesmo da carta de reajuste chegar.
A página de sinistralidade explica o que esse relatório costuma mostrar e o que fazer com ele.
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O indicador que passa a decidir o reajuste sozinho, explicado em detalhe.
Ver o que é sinistralidadeA rotina de conferência de fatura e movimentação para quando o contrato pede canal dedicado.
Ver a gestão de benefícios para o RHPara quando a conversa passa a envolver filial, diretoria e estudo comparativo completo.
Ver o plano para média e grande empresaConte quantas vidas o contrato tem hoje e se já passou de trinta. A gente explica o que muda na carência e no reajuste, sem confundir esse marco com virar uma empresa grande.
Você não paga nada a mais por contratar com corretor: a remuneração já está dentro da mensalidade que a operadora cobraria de qualquer jeito. Seu contato não é repassado para outros corretores.