Você é MEI ou trabalha sozinho
O MEI é empresário individual e entra pela mesma porta da empresa maior, com uma exigência própria: seis meses de inscrição ativa e regular antes de contratar.
Todo plano contratado por CNPJ nasce do mesmo lugar: o contrato coletivo empresarial. O que muda é o porte, e o porte muda a carência, o reajuste e quem cuida da movimentação depois da assinatura. Atendemos empresa em todo o país, com a rede conferida na praça onde a sua equipe usa o plano.
Cada linha acima é condição que varia por operadora e por produto. Nenhum número aqui é garantia de contrato: a condição real sai na proposta da operadora escolhida.
Comece pelo seu porte
Cada bloco tem a mesma quantidade de páginas, para você comparar sem achar que faltou algo de um lado.
O MEI é empresário individual e entra pela mesma porta da empresa maior, com uma exigência própria: seis meses de inscrição ativa e regular antes de contratar.
É a faixa mais comum da praça. Aqui o reajuste da renovação sai de um agrupamento de contratos da operadora, e não do uso da sua equipe sozinha.
Acima do agrupamento a conta vira outra: o reajuste passa a ser negociado pela sinistralidade da própria carteira, e a carência some para quem entra em até 30 dias.
Quem administra o plano dentro da empresa tem uma dor que ninguém vê: se funciona, ninguém comenta; se falha, todo mundo procura o responsável.
Lado a lado
| Critério | MEI e empresário individual | De duas a vinte e nove vidas | Trinta vidas ou mais |
|---|---|---|---|
| Quem pode contratar | Empresário individual, inclusive o MEI, com seis meses de inscrição ativa e regular | Empresa com sócio, administrador ou empregado registrado, e o grupo familiar quando o contrato prevê | Empresa com quadro registrado, com ou sem filial em outro estado |
| Carência | Existe, nos prazos máximos da lei, com redução conforme a política de cada operadora | Existe, nos prazos máximos da lei, com redução conforme a política de cada operadora | Some para quem pede ingresso em até 30 dias da assinatura ou da entrada na empresa |
| Como é o reajuste | Agrupamento de contratos com até 29 beneficiários, com percentual único para todo o grupo | Agrupamento de contratos com até 29 beneficiários, com percentual único para todo o grupo | Negociado pela sinistralidade da própria carteira, com memória de cálculo exigível |
| Quem administra o contrato | O próprio titular, com apoio da corretora | Quem cuida do administrativo, quase sempre acumulando com outra função | Recursos humanos, financeiro ou gestão de benefícios, com canal dedicado |
| O que a operadora confere todo ano | Inscrição ativa e regularidade cadastral do empresário individual | Elegibilidade de cada beneficiário vinculado ao contrato | Elegibilidade de cada beneficiário e o uso do contrato no período |
A desvantagem que a gente mostra antes
Plano por CNPJ custa menos que o individual porque aceita duas coisas em troca: reajuste sem teto na renovação e um contrato que depende de vínculo para continuar de pé. Quem entra sabendo disso não se surpreende na primeira renovação nem na primeira comprovação anual.
Dúvidas que aparecem em qualquer porte
Os prazos máximos são os mesmos em qualquer contrato. O que muda é a dispensa, que existe a partir de 30 beneficiários.
Ler o guia de carênciaMensalidade menor e cobrança a cada uso. É a alavanca de preço que existe antes de trocar de operadora.
Ler o guia de coparticipaçãoCada pessoa da equipe leva a carência já cumprida para a operadora nova, desde que peça na ordem certa.
Ler o guia de portabilidadeAprofunde em cada decisão
Por que ela pesa mais que o número de vidas na hora do reajuste, e o que a empresa pode tentar fazer sobre ela.
Ver o que é sinistralidadeO que compõe o percentual e o que pedir para a operadora justificar, antes de assinar a renovação.
Ver como conferir o reajusteO que muda em relação ao plano individual quando quem contrata é o empresário sozinho, pelo próprio CNPJ.
Ver o plano para empresa de uma vidaPara quem tem CNPJ e também profissão regulamentada, as duas portas coletivas comparadas lado a lado.
Ver a comparação entre as duas portasPerguntas do hub
O que a norma exige é vínculo real entre a pessoa jurídica e quem entra no contrato. Sócio, administrador, empregado registrado, estagiário e menor aprendiz entram pela Resolução Normativa 557 da ANS, e o grupo familiar do titular entra quando o contrato prevê.
O tipo societário importa menos que dois pontos práticos: o CNPJ precisa estar ativo e regular, e o empresário individual precisa de seis meses de inscrição. O ramo de atividade registrado no CNPJ entra na análise comercial de algumas operadoras, o que é política de cada uma, não norma. A página sobre plano por CNPJ explica a diferença entre requisito e produto.
Nenhuma norma da ANS fixa mínimo de vidas. Mínimo de duas vidas, sócio sozinho ou uma vida com CNPJ são políticas comerciais, que mudam por praça e por época.
O número que a norma fixa é 30 beneficiários, e ele não muda preço: muda regra. Com 30 ou mais, quem pede ingresso em até 30 dias da assinatura do contrato ou da entrada na empresa não cumpre carência nem cobertura parcial temporária.
Não tem. Plano coletivo não tem teto da ANS: o índice é negociado entre a operadora e a pessoa jurídica na renovação.
Existe uma proteção para contrato pequeno. Pela Resolução Normativa 565 da ANS, contratos com até 29 beneficiários no mês de aniversário são reunidos num agrupamento da operadora e recebem todos o mesmo percentual. Acima disso a conversa muda, e a página de média e grande empresa mostra o que entra no lugar do agrupamento.
A movimentação cadastral é obrigação da empresa perante a operadora, e pode ser feita pela corretora em nome dela. Na prática é isso que separa um contrato bem administrado de um contrato que gera fatura errada e reclamação interna.
A rotina está descrita em gestão de benefícios para o RH, com o que acontece em cada mês do contrato.
Aqui ficam só as perguntas de escolha entre os portes. Dúvida de modalidade está em cada página filha, e dúvida de regra está nos guias de coberturas e carências.
Mais recortes de empresa
Oito páginas além das do bloco de porte acima: a faixa de vidas mais fina, a sociedade familiar e os benefícios que acompanham o plano da empresa.
Empresa pequena sem departamento de RH: quem decide o plano é quase sempre quem também paga a conta no fim do mês.
Ver plano para microempresaA fronteira que pesa no reajuste: o que muda antes e depois do agrupamento de contratos da operadora.
Ver empresa de até 29 vidasA linha que troca duas regras de uma vez: a carência para quem entra e o jeito de calcular o reajuste da renovação.
Ver empresa com 30 vidas ou maisQuando a empresa é comandada pela família ou por dois ou três sócios, o que muda na hora de compor o grupo do plano.
Ver empresa familiar e sociedadeTime que contrata rápido e às vezes já nasce espalhado em mais de uma cidade: o que essa combinação muda no plano.
Ver plano para startup e tecnologiaO cliente PJ pergunta ao contador se pode contratar plano de saúde pela própria empresa. Esta página explica a parceria.
Ver parceria com escritório de contabilidadeCanal de atendimento de um produto que a operadora já cobre, não um benefício separado.
Ver telemedicina no plano empresarialA cláusula de livre escolha muda o preço do contrato inteiro, não só de quem usa.
Ver reembolso no plano empresarialConte quantas vidas entram, as idades do quadro e a cidade onde a equipe usa o plano. A gente devolve as operadoras que aceitam o seu porte e a diferença entre elas escrita em linguagem que dá para apresentar para sócio e para diretoria.
Você não paga nada a mais por contratar com corretor: a remuneração já está dentro da mensalidade que a operadora cobraria de qualquer jeito. Seu contato não é repassado para outros corretores.