Plano ambulatorial
Consulta, exame e terapia sem internação. O recorte mais enxuto e o que mais gera arrependimento quando ninguém explica o limite.
Ver plano ambulatorialDuas propostas com o mesmo nome comercial podem alcançar coisas diferentes. O que separa uma da outra é o recorte de cobertura contratado, e essa decisão vem antes de comparar marca, rede ou mensalidade.
Primeira escolha
A Lei 9.656 organiza a cobertura em blocos, e você contrata um deles ou a combinação deles. Comece pela frase que descreve o que você precisa que o plano resolva.
Consulta, exame e terapia sem internação. O recorte mais enxuto e o que mais gera arrependimento quando ninguém explica o limite.
Ver plano ambulatorialInternação e cirurgia sem consulta de rotina. A escolha de quem resolve o dia a dia por fora e quer o contrato protegendo o evento caro.
Ver plano hospitalarAcrescenta parto e a assistência ao recém-nascido nos primeiros dias. A decisão aqui é de calendário, não de preço.
Ver plano hospitalar com obstetríciaA quinta segmentação prevista em lei tem página própria, com o escopo obrigatório e as exclusões que explicam a mensalidade menor.
Ver plano odontológicoSegunda escolha
Escolhido o recorte, sobra decidir se o custo fica todo na mensalidade ou se parte dele aparece a cada atendimento.
Mensalidade menor e um valor cobrado a cada atendimento. Quem usa pouco ganha, e existe um ponto em que a economia acaba.
Ver plano com coparticipaçãoMensalidade cheia e nenhuma cobrança por uso. A escolha de quem tem tratamento contínuo ou precisa fechar o orçamento do mês.
Ver plano sem coparticipaçãoOnde cada escolha aparece
| Escolha | Efeito no uso | Efeito na mensalidade |
|---|---|---|
| Ambulatorial | Consulta, exame e terapia liberados depois da carência. Internação fica fora do contrato | É o recorte que entra mais baixo, porque o evento caro não está dentro dele |
| Hospitalar sem obstetrícia | Internação e cirurgia cobertas sem limite de dias. Consulta de rotina fica por sua conta | Sobe em relação ao ambulatorial e não alivia o gasto miúdo do dia a dia |
| Hospitalar com obstetrícia | Acrescenta o parto e a assistência ao recém-nascido nos primeiros dias de vida | Sobe de novo, em todas as faixas etárias do contrato, mesmo nas que nunca vão parir |
| Plano-referência | Ambulatorial e hospitalar com parto, em enfermaria. Toda operadora é obrigada a oferecer | É o desenho mais completo previsto na lei, e o mais pesado dos quatro |
| Com coparticipação | Nada muda no que está coberto. Muda quem paga a cada atendimento realizado | Entra mais baixa, e parte do custo migra para a fatura de uso do mês seguinte |
| Sem coparticipação | Nada muda no que está coberto. Usar muito não gera cobrança nova nenhuma | Entra cheia, e o valor do mês não depende de quantas vezes a família foi ao médico |
Base: Lei 9.656, artigo 10, caput e parágrafo 2º, e artigo 12, incisos um a quatro. A coluna de mensalidade descreve o sentido do movimento, não valor: nenhum número de proposta aparece neste site.
O que a cobertura não resolve
Escolher o recorte não escolhe quem atende, nem onde, nem em que quarto. Cada uma dessas perguntas tem regra própria.
Estar coberto não é ter prestador disponível. A conferência é por linha de produto, pelo nome registrado do plano.
Ler o guia de rede credenciadaDo município ao país inteiro, com proteção reduzida fora da área contratada.
Ler o guia de abrangênciaEnfermaria e apartamento cobrem a mesma lista mínima. O que muda é o conforto e o valor de todo mês.
Ler o guia de acomodaçãoEssas três camadas valem para qualquer cobertura desta página, e é por isso que elas moram nos guias em vez de serem repetidas em cada uma.
Perguntas deste eixo
São duas escolhas separadas, feitas na mesma proposta. A segmentação diz o que o contrato alcança: consulta, internação, parto ou odontologia. A coparticipação não mexe em nada disso, ela só define quem paga a cada atendimento.
Dá para combinar qualquer segmentação com qualquer um dos dois formatos de pagamento, e é por isso que este eixo tem duas famílias de páginas em vez de uma lista só.
Não existe, e quem oferecer isso está vendendo o que o contrato não sustenta. Mesmo o plano-referência, que é o desenho mais completo previsto na Lei 9.656, convive com exclusões escritas na própria lei.
A lista das exclusões legais e o critério para cobertura fora da lista da agência estão no guia do que o plano cobre. O que esta área do site faz é outra coisa: mostrar qual recorte fecha a sua conta.
Pode, porque são dois contratos independentes, mas quase nunca compensa. Você passa a pagar duas mensalidades, cumprir duas carências e conferir duas redes, e nenhuma das duas operadoras responde pelo que a outra negou.
Quando alguém chega com essa ideia, costuma ser por causa de um médico específico ou de um hospital específico. Nesse caso a conversa útil é sobre rede e sobre reembolso, no guia de rede credenciada.
Dá, e o ponto de atenção é o relógio: acrescentar cobertura que o contrato não tinha costuma gerar carência nova para a parte acrescentada. Quem sai de ambulatorial para hospitalar entra no prazo de internação a partir da mudança.
Dentro da mesma operadora isso é mudança de produto. Entre operadoras vira portabilidade, e aí o tempo mínimo muda quando o plano de destino tem cobertura que o de origem não tinha, como está no guia de portabilidade.
Não precisamos e não perguntamos. Para montar a comparação bastam a idade de quem vai usar, a cidade onde o plano será usado e a forma de contratação, seja pessoa física, CNPJ ou entidade de classe.
Nenhum campo, nenhum atendimento e nenhuma página deste site pergunta doença, diagnóstico, remédio ou histórico médico. O que a operadora pede na proposta é a declaração de saúde, que é etapa dela e acontece depois.
Terceira escolha
Reembolso, abrangência e telemedicina não mexem no recorte assistencial nem na coparticipação: são cláusulas à parte, cada uma com a sua página.
A cláusula de livre escolha fora da rede: o que ela custa a mais na mensalidade e o que costuma frustrar quem não leu a tabela antes.
Ver plano com reembolsoQuando a abrangência de um grupo de municípios ou de um estado inteiro já resolve, sem pagar a mais pelo alcance nacional.
Ver plano regionalO degrau mais caro do menu de abrangência: o que ele entrega é o alcance do contrato, não o tamanho da rede.
Ver plano nacionalO que acontece fora do país depende inteiramente da cláusula do produto, e não é a mesma coisa que seguro-viagem.
Ver cobertura internacional"Premium" é nome comercial, não segmentação da ANS. O que muda de verdade é rede, acomodação e formato de pagamento.
Ver plano premiumO que a consulta por vídeo resolve e onde a linha com o atendimento presencial de urgência e emergência fica.
Ver plano com telemedicinaCom a idade de quem vai usar, a cidade de uso e uma frase sobre o que você quer coberto, dá para eliminar os recortes que não servem e comparar só o que faz sentido. Nenhuma pergunta sobre saúde entra nessa conversa.
Você não paga nada a mais por contratar com corretor. A remuneração vem da operadora e já está dentro da mensalidade que ela cobra de qualquer jeito.