Idade de cada pessoa
É o fator mais pesado de todos. São dez faixas etárias, a primeira de zero a dezoito anos e a última a partir dos cinquenta e nove. Cada pessoa entra com o preço da faixa dela, e o contrato é a soma.
Esta página não publica tabela, e explica por quê: preço de plano não é um número, é uma combinação de seis fatores, e o valor de vitrine é sempre o da primeira faixa etária. O que ela faz é mostrar como a conta é montada aqui, para você comparar propostas sem ser enganado pelo a partir de.
Cada linha acima é condição que varia por operadora e por produto. Nenhum número aqui é garantia de contrato: a condição real sai na proposta da operadora escolhida.
Os seis fatores
A grade tem a mesma quantidade de itens em cada linha. Os seis fatores valem juntos: mudar um só costuma não resolver.
É o fator mais pesado de todos. São dez faixas etárias, a primeira de zero a dezoito anos e a última a partir dos cinquenta e nove. Cada pessoa entra com o preço da faixa dela, e o contrato é a soma.
A rede muda de região administrativa. Um produto com rede concentrada no Plano Piloto não resolve para quem mora e trabalha em Ceilândia, e o contrário também vale.
Dentro da mesma operadora existem várias linhas, e a diferença entre a de entrada e a de topo costuma ser maior que a diferença entre duas operadoras.
É o que mais separa uma linha da outra. Hospital de referência da praça entra só nas linhas altas, e é por isso que escolher pelo hospital muda o orçamento inteiro.
Enfermaria é acomodação coletiva na internação. Apartamento é individual. A diferença aparece em toda a mensalidade, não só no dia da internação.
Baixa a mensalidade e cobra um valor a cada uso. Para quem usa pouco, costuma reduzir o custo do ano. Para quem usa muito, costuma aumentar.
Preço sem enganação
O valor de vitrine costuma somar três coisas ao mesmo tempo. É da primeira faixa etária, de zero a dezoito anos, que é a mais barata da tabela. É da acomodação mais simples. E é com coparticipação, que baixa a mensalidade e cobra a cada uso.
Quando a família tem gente em faixas diferentes, cada pessoa entra com o preço da própria faixa e a soma é o valor do contrato. É por isso que duas famílias de três pessoas pagam valores bem diferentes.
Duas páginas, duas perguntas
Existe um artigo no blog com o mesmo assunto, e ele não concorre com esta página. O artigo é informacional e nacional: explica o que forma o preço de um plano de saúde no Brasil, o que a norma limita nas faixas etárias e como o reajuste funciona em cada modalidade.
Esta página é comercial e local: trata do Distrito Federal, da rede daqui, da diferença entre as regiões administrativas e do que pedir numa cotação desta praça. Quem quer entender a lógica do preço começa pelo artigo. Quem quer saber quanto custa aqui continua nesta página.
Perguntas frequentes
Porque preço de plano de saúde não é um número, é uma combinação. O mesmo produto custa valores diferentes para duas famílias do mesmo tamanho, porque cada pessoa entra pela faixa etária dela, e muda de novo conforme cidade, rede, acomodação e coparticipação.
Tabela publicada sem operadora identificada e sem data vira desinformação em poucas semanas. A faixa aplicada ao seu perfil vem na cotação, com a operadora identificada e a data.
Costuma existir, e costuma ser real. O que ele não é é o seu valor. O preço de vitrine é quase sempre da primeira faixa etária, de zero a dezoito anos, na acomodação mais simples e com coparticipação, e muitas vezes de produto coletivo, que exige CNPJ ou entidade de classe.
Três perguntas resolvem antes de você perder tempo: esse valor é de qual faixa etária, exige CNPJ ou entidade, e tem coparticipação. A comparação das portas está em plano de saúde sem CNPJ.
Existem dois aumentos diferentes e confundir os dois é a origem de metade do susto. O reajuste anual é aplicado no mês de aniversário do contrato. No individual ele tem teto definido pela ANS. No coletivo não existe teto da ANS, e contratos com até vinte e nove vidas recebem o índice de um agrupamento da operadora, pela RN 565.
A mudança de faixa etária é outra coisa: acontece quando alguém do contrato muda de faixa, e não tem relação com o reajuste anual. Os dois podem cair no mesmo ano. Os índices vigentes estão nos guias de coberturas e regras.
Não. A mensalidade é a da tabela da operadora, com corretor ou sem. A remuneração da corretora vem da operadora e já está dentro do preço do produto registrado na ANS.
A RN 557 proíbe, dentro do mesmo plano de um contrato, valor de mensalidade diferente entre beneficiários. Não existe preço especial para quem compra direto, e quem promete isso está prometendo o que a norma não permite.
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Como a soma das faixas é montada entre duas, três e cinco pessoas no mesmo contrato.
Ver o plano familiar por número de pessoasAs dez faixas etárias inteiras e o salto que começa aos cinquenta e nove anos.
Ver o salto da faixa dos cinquenta e nove anosAs três portas de quem não tem empresa, com o custo que aparece na mensalidade e o que só aparece depois.
Ver as três portas de quem não tem CNPJA cotação volta com o valor por pessoa, o valor total do grupo, a operadora identificada e a data da tabela usada. Nenhuma pergunta sobre doença, diagnóstico ou remédio.
Você não paga nada a mais por contratar com corretor. A remuneração vem da operadora e já está dentro da mensalidade que ela cobra de qualquer jeito.