Conduzir a troca de operadora sem perder carência nem médico de confiança
Decidir trocar é uma etapa. Executar a troca sem perder o que já foi conquistado é outra: a carência cumprida, o médico de confiança e o prazo certo de cada pedido. É esse trabalho que este serviço cobre.
- Corretora de planos de saúde, não somos operadora
- Você não paga nada a mais por contratar com corretor
Ficha rápida
- Ponto de partidaA decisão já tomada de trocar de operadora, seja plano individual, familiar ou de empresa.
- O que a gente conduzA cotação comparada, a conferência do médico e do hospital de confiança e o pedido junto à operadora nova.
- O que não muda aquiA regra da portabilidade continua sendo a mesma da ANS. Este serviço executa o pedido, não altera o requisito.
- Quando terminaNa confirmação da vigência do plano novo, antes do encerramento do plano antigo.
Este serviço é o mesmo custo zero de qualquer atendimento da corretora: a remuneração vem da operadora, nunca do seu bolso.
O que a gente levanta antes de cotar
Quatro respostas que mudam qual operadora entra na comparação
Antes de cotar qualquer proposta nova, a gente levanta quatro coisas. É esse levantamento que evita cotar uma operadora que não serve, e descobrir isso só depois de protocolado o pedido.
- O médico e o hospital de confiança, pelo endereço exato de atendimento, não pelo nome da operadora
- O tempo de permanência no plano atual, que define se a portabilidade de carências já é possível
- A faixa de preço do plano atual, para comparar com a compatibilidade exigida no plano novo
- O motivo real da troca, porque reajuste alto e rede que encolheu pedem comparações diferentes
Onde a troca costuma travar
Na prática, não na regra
A maior parte das trocas malsucedidas não falha na escolha da operadora nova. Falha na ordem em que os passos são feitos, ou na conferência que ninguém fez a tempo.
Os três pontos mais comuns
- Cancelar o plano antigo antes de protocolar a portabilidade, o que faz perder o direito de levar a carência já cumprida
- Confirmar o médico de confiança na rede geral da operadora, e descobrir depois que a linha de produto contratada não inclui esse endereço
- Descobrir a incompatibilidade de faixa de preço só na análise da operadora de destino, por falta de relatório de compatibilidade gerado antes
O que a gente conduz, do início ao fim
Cinco etapas, sempre nesta ordem
Levantamento do plano atual
Rede em uso, tempo de plano e faixa de preço, para saber o que a operadora nova precisa cobrir.
Cotação comparada
Operadoras que aceitam o seu porte e a sua praça, com o endereço do médico de confiança já conferido.
Verificação da portabilidade, se for o caso
Checagem dos requisitos de tempo e de preço, quando trocar de operadora também significa portar a carência.
Contratação do plano novo
Proposta montada com a operadora escolhida, com a documentação exigida já organizada.
Encerramento do plano antigo
Só depois de confirmada a vigência do plano novo, para nenhum dia ficar sem cobertura.
Prazos de cotação e de análise são típicos e dependem da operadora. O prazo de resposta ao pedido de portabilidade, quando ela se aplica ao seu caso, é norma: dez dias, com o silêncio valendo como aceite.
Perguntas sobre a condução da troca
Cinco dúvidas de quem já decidiu trocar
Não. A decisão de trocar tem página própria, separada por perfil: para pessoa física e família e para contrato de empresa. Este serviço começa depois da decisão tomada, na parte de executar a troca sem perder direito.
A gente pede o nome do profissional ou da clínica e o endereço onde você costuma ser atendido, e confere se esse endereço específico entra na linha de produto cotada, não apenas na lista geral da operadora. Muita troca dá errado porque o nome do médico aparece na rede da operadora, mas não na linha de produto que foi de fato contratada.
Três coisas na maioria dos casos: o pedido de portabilidade feito depois do cancelamento do plano antigo, quando já não cabe mais recurso; a faixa de preço do plano novo incompatível com a do antigo, descoberta só na análise; e o endereço do médico de confiança conferido na rede geral, não na linha específica do produto escolhido.
O levantamento inicial já verifica se você cumpre os requisitos de portabilidade, mas o protocolo do pedido, o acompanhamento dos dez dias de resposta e o que fazer se a operadora recusar estão descritos à parte em portabilidade de carências assistida.
A empresa contrata o plano novo, mas a portabilidade de carências é de cada pessoa, não do contrato. A condução acompanha isso pessoa por pessoa, o que está detalhado em trocar a operadora da empresa.
Diga o motivo da troca e o médico que você quer manter
Conte o que motivou a troca, há quanto tempo você está no plano atual e qual endereço de atendimento não pode ficar de fora. A gente devolve a comparação já com esse endereço conferido.
Você não paga nada a mais por contratar com corretor: a remuneração já está dentro da mensalidade que a operadora cobraria de qualquer jeito. Seu contato não é repassado para outros corretores.

