Um plano familiar
Um boleto, um aniversário de contrato, um cadastro só para mexer quando alguém entra ou sai. Quem entra depois do outro cumpre a própria carência, a não ser que peça portabilidade.
Ver o plano familiar por número de pessoasA primeira decisão de um casal não é qual operadora escolher, é se vale juntar num plano só ou manter dois planos separados. A resposta muda conforme cada um já tem ou não carência cumprida em outro plano, e esta página mostra os dois caminhos.
Cada linha acima é condição que varia por operadora e por produto. Nenhum número aqui é garantia de contrato: a condição real sai na proposta da operadora escolhida.
Juntar ou manter separado
Um boleto, um aniversário de contrato, um cadastro só para mexer quando alguém entra ou sai. Quem entra depois do outro cumpre a própria carência, a não ser que peça portabilidade.
Ver o plano familiar por número de pessoasCada um mantém o próprio histórico de carência, sem depender do outro. O custo é operacional: duas mensalidades, duas datas de aniversário e duas redes para conferir.
Ver o plano individual e familiarO ponto que decide a conta
Perguntas frequentes
Não precisam. A norma trata cônjuge e companheiro como a mesma categoria de dependente, sem separar casamento civil de união estável. O que muda é a documentação: a operadora pede prova da união, e cada uma tem sua própria lista aceita.
O alcance familiar completo, incluindo os graus de parentesco que cada forma de contratação permite, está no guia de dependentes.
Perde, se simplesmente entrar como dependente do contrato novo sem pedir nada antes. O caminho que preserva o tempo já cumprido é a portabilidade de carências, pedida antes de cancelar o plano atual, não depois.
A ordem certa dos passos está em trocar de plano sem recomeçar a carência.
Não existe resposta única. Dois planos preservam o histórico de carência de cada um sem depender de portabilidade, ao custo de dois boletos e dois aniversários de contrato. Um plano só simplifica a rotina, com uma fatura e uma data, mas exige acertar a carência de quem entra depois.
Quem quer comparar o valor somado de duas pessoas encontra a simulação em plano familiar por número de pessoas.
Dá, e o prazo é o que mais importa: recém-nascido inscrito em até trinta dias do nascimento entra sem carência. Perder esse prazo faz o bebê entrar como beneficiário novo, com carência contada do zero.
A cobertura de parto e a inscrição do recém-nascido estão detalhadas em plano de saúde para gestante e em plano infantil e recém-nascido.
Muda a condição de dependente de quem sai, e isso abre um direito com prazo curto: sessenta dias para pedir portabilidade, sem tempo mínimo de permanência exigido para esse caso e sem compatibilidade de faixa de preço.
Quem contrata plano novo antes de pedir a portabilidade perde esse direito. O passo a passo está no guia de dependentes.
Continue por aqui
Como a conta muda quando o grupo cresce além dos dois, pela soma das faixas etárias.
Ver o plano familiar por número de pessoasA carência de parto a termo e a inscrição do recém-nascido, para quando o casal decide ter filhos.
Ver a página de plano para gestanteQuando o plano do casal também precisa incluir alguém além dos dois, como sogro, irmão ou enteado.
Ver a página de dependente agregadoA simulação volta com o valor de juntar num plano só e o valor de manter dois separados, lado a lado. Se algum já cumpriu carência em outro lugar, a gente já entra com a conversa de portabilidade. Nenhuma pergunta sobre saúde.
Você não paga nada a mais por contratar com corretor. A remuneração vem da operadora e já está dentro da mensalidade que ela cobra de qualquer jeito.