Cirurgia de hérnia
Um item por tipo de hérnia e a técnica por vídeo citada só em alguns deles.
Ver a cobertura de cirurgia de hérniaA lista da ANS traz a cirurgia de varizes num item só, sem citar laser nem radiofrequência. Esta página mostra o que isso muda no orçamento e onde passa a linha entre tratamento e estética.
Quem define se a indicação trata doença ou atende a aparência é o laudo do médico assistente. A ficha resume a lista mínima.
O que está escrito e o que não está
Por que o laser fica de fora
O item de varizes é genérico: tratamento cirúrgico. Ele não diz com que técnica. E a Resolução Normativa 465 amarra laser, radiofrequência e técnicas minimamente invasivas a uma condição, que é aparecer de forma expressa no item.
Na prática, a cirurgia convencional, em que o cirurgião retira ou liga a veia doente, é a que o plano precisa garantir. Se o angiologista propuser laser ou radiofrequência, a operadora pode autorizar por decisão própria ou por cláusula do contrato, mas a lista mínima não a obriga.
Doença ou aparência
A Lei 9.656 tira da cobertura mínima o procedimento com finalidade estética. A norma da ANS define estético como o que não busca restaurar a função de uma parte do corpo afetada por doença, trauma ou anomalia congênita.
Com varizes, a mesma veia pode levar a cirurgia por indicação clínica ou a uma aplicação por incômodo com a aparência. O que separa um caso do outro é o laudo do médico assistente, e é ele que a operadora avalia.
Se uma aplicação particular der complicação, o tratamento dela continua coberto quando está na lista, mesmo que a aplicação em si tenha sido paga à parte.
Perguntas frequentes
Cobre o tratamento cirúrgico de varizes na segmentação hospitalar e no plano-referência, depois da carência de até cento e oitenta dias. O item da lista da ANS não cita técnica.
Plano só ambulatorial não cobre essa cirurgia, porque o item não aparece nessa segmentação.
Não por obrigação. A ANS só assegura procedimento com laser quando a técnica está escrita no item da lista, e o item de varizes não menciona laser.
Uma operadora pode autorizar por decisão própria ou por cláusula do produto. Sem isso escrito no contrato, a corretora não pode prometer essa cobertura.
A lista traz a fulguração de telangiectasias, que são os vasinhos finos da pele, nas segmentações ambulatorial e referência. Não traz escleroterapia de pernas com espuma ou com glicose.
Quando a indicação é só estética, a lei tira o procedimento da cobertura mínima, qualquer que seja a técnica.
Atende quando o tratamento da complicação está na lista da ANS. A Resolução Normativa 465 manda cobrir complicações de procedimentos cobertos e não cobertos, desde que o tratamento conste do rol.
Não entra a rotina que faz parte do procedimento particular, como o retorno de acompanhamento da própria aplicação.
Contam, se você sabia delas ao contratar. Elas vão para a declaração de saúde, e a cirurgia ligada a elas pode ficar suspensa por até vinte e quatro meses de cobertura parcial temporária.
Consulta com angiologista e exame de imagem seguem cobertos depois da carência comum.
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Duas cirurgias com a mesma lógica de segmentação hospitalar e o guia que separa cobertura de exclusão.
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Ler o guia do que o plano cobreCom a idade de quem entra e a cidade, a gente separa os produtos com parte hospitalar e mostra a rede de cirurgia vascular de cada um, sem prometer técnica que a lista não garante.
Você não paga nada a mais por contratar com corretor. A remuneração vem da operadora e já está dentro da mensalidade que ela cobra de qualquer jeito.