Psicólogo
Está no rol sem teto anual de sessões, com pedido do médico assistente, só na segmentação ambulatorial ou referência.
Ver a cobertura de psicólogoVinte e seis respostas curtas, conferidas no rol da ANS e na Lei 9.656: terapias, exames, remédios, cirurgias e tratamentos contínuos. Cada cartão leva à página que explica a regra, o prazo e o que costuma gerar negativa naquele procedimento.
Fonte: Anexo I do Rol da ANS, consolidado até a Resolução Normativa 678, e Lei 9.656, artigos 10 e 12. Resposta de cobertura não é promessa de autorização de um caso.
Terapias e consultas
Quatro das cinco terapias de consultório perderam o teto de sessões. A nutrição ficou com diretriz.
Está no rol sem teto anual de sessões, com pedido do médico assistente, só na segmentação ambulatorial ou referência.
Ver a cobertura de psicólogoConsulta e sessão estão no rol ambulatorial, sem diretriz que limite a quantidade por ano, para criança e adulto.
Ver a cobertura de fonoaudiólogoÉ a exceção do grupo: segue com diretriz de utilização, que fixa um mínimo de consultas por ano de contrato.
Ver a cobertura de nutricionistaReeducação e reabilitação física entram em número ilimitado de sessões, com fisioterapeuta ou fisiatra.
Ver a cobertura de fisioterapiaA sessão de acupuntura está no rol, no ambulatorial e no referência, sem diretriz de utilização.
Ver a cobertura de acupunturaPsiquiatria, internação e hospital-dia já têm página própria, com o prazo e a cobertura de cada etapa.
Ver a cobertura de saúde mentalExames, remédios e vacinas
Um exame de alta complexidade, a linha que a lei traça para remédio e o que existe no lugar da vacina.
Está no rol como procedimento de alta complexidade, o que muda o prazo e a cobertura parcial temporária.
Ver a cobertura de ressonância magnéticaRemédio de uso em casa fica fora por lei, com exceção dos antineoplásicos orais. Na internação, é coberto.
Ver a cobertura de medicamentoVacina não está no rol. O que existe perto disso é o anticorpo contra o vírus sincicial respiratório, com diretriz.
Ver a cobertura de vacinaCirurgias
Algumas entram pelo pedido médico. Outras só quando a diretriz de utilização aparece cumprida no pedido.
A retirada do cristalino com lente intraocular está no rol, inclusive na segmentação ambulatorial.
Ver a cobertura de cirurgia de catarataTem diretriz: mais de 18 anos, grau estável há um ano e miopia entre 5 e 10 graus.
Ver a cobertura de cirurgia de miopiaA herniorrafia está no rol hospitalar, inclusive por videolaparoscopia, sem diretriz de utilização.
Ver a cobertura de cirurgia de hérniaO tratamento cirúrgico de varizes está no rol hospitalar. O procedimento só estético fica fora pela lei.
Ver a cobertura de cirurgia de varizesA hemorroidectomia está no rol hospitalar. A retirada de trombose hemorroidária entra também no ambulatorial.
Ver a cobertura de cirurgia de hemorroidaTem diretriz: mais de 21 anos ou dois filhos vivos, e sessenta dias entre a decisão e a cirurgia.
Ver a cobertura de vasectomiaTem diretriz, com os mesmos critérios de idade e prazo da vasectomia e regra própria para risco à saúde.
Ver a cobertura de laqueaduraRim e córnea estão no rol, medula óssea com diretriz, e o transplante de fígado entrou pela RN 546.
Ver a cobertura de transplanteSó a prostatectomia assistida por robô tem diretriz, pela RN 654. As demais técnicas robóticas não estão no rol.
Ver a cobertura de cirurgia robóticaTratamentos contínuos
Três situações em que a dúvida é menos o procedimento e mais onde e por quanto tempo ele acontece.
Hemodiálise e diálise peritoneal estão no rol já na segmentação ambulatorial, como alta complexidade.
Ver a cobertura de hemodiáliseNão é item do rol. Quando a operadora troca a internação pela casa, valem as regras da internação.
Ver a cobertura de home careO aparelho externo fica fora, porque a lei exclui prótese sem cirurgia. O implante coclear está no rol.
Ver a cobertura de aparelho auditivoPlástica reparadora e estética
A lei exclui o procedimento com fim estético. O que restaura função de uma parte do corpo segue o rol.
A lei exclui só o estético. Cirurgia que restaura a função de parte do corpo lesionada por doença ou trauma não é estética.
Ver a cobertura de cirurgia plástica reparadoraNão aparece no rol com esse nome, e a lei exclui o procedimento feito só por estética.
Ver a cobertura de mamoplastia redutoraTem diretriz: entra para o abdome em avental depois de grande perda de peso, clínica ou por bariátrica.
Ver a cobertura de abdominoplastiaO rol não traz procedimento com o nome da condição. O pedido depende da indicação e da regra fora do rol.
Ver a cobertura de lipedemaImplante estético fica fora. Na reconstrução da mama, a lei garante a prótese e a troca se ela der complicação.
Ver a cobertura de prótese de siliconeA rinosseptoplastia funcional e a septoplastia estão no rol hospitalar. A plástica só estética do nariz, não.
Ver a cobertura de rinoplastia funcionalComo ler o rol
No rol, cada procedimento ocupa uma linha com marcas nas colunas de segmentação. A marca diz para qual contrato o item é obrigatório.
Um item marcado só em HCO e HSO, por exemplo, é obrigatório para quem tem a parte hospitalar do contrato. O contrato que soma ambulatorial e hospitalar cobre as duas colunas, e o plano referência cobre todas menos a odontológica.
| Marca na lista | O que significa | O que muda para você |
|---|---|---|
| AMB | Segmentação ambulatorial | Consulta, exame e terapia de consultório, sem internação |
| HCO | Hospitalar com obstetrícia | Internação, com parto e cuidado do recém-nascido |
| HSO | Hospitalar sem obstetrícia | Internação, sem a parte de parto |
| REF | Plano referência | Ambulatorial e hospitalar com parto, em enfermaria |
| OD | Segmentação odontológica | Procedimentos de dentista, no plano odontológico |
| DUT | Diretriz de utilização | O item só é obrigatório quando o pedido cumpre os critérios escritos |
| PAC | Procedimento de alta complexidade | Prazo de até vinte e um dias úteis e possível cobertura parcial temporária |
Quando a linha traz o número de uma resolução e uma data de vigência, o item entrou ou mudou depois da Resolução Normativa 465. Foi assim que o transplante de fígado passou a ser obrigatório, pela Resolução Normativa 546, e que a sessão com psicólogo perdeu o teto, pela 541.
Base: legenda do Anexo I do Rol da ANS, consolidado até a Resolução Normativa 678. O guia do rol da ANS conta como a lista é atualizada.
Quando não está na lista
A Lei 14.454 mandou cobrir tratamento prescrito que não está no rol. O Supremo Tribunal Federal, na ação direta de inconstitucionalidade 7265, manteve essa obrigação e fixou cinco condições que precisam existir juntas:
Faltando uma delas, a operadora tem base para negar. Se o caso chegar à Justiça, o Supremo exige prova de que houve pedido à operadora e de que a resposta foi negativa, demora ou silêncio. O guia do que o plano cobre detalha cada requisito.
Base: Lei 9.656, artigo 10, parágrafos 12 e 13; decisão do Supremo Tribunal Federal na ação direta de inconstitucionalidade 7265.
Já respondido em outro lugar
Estes assuntos não viraram cartão aqui para não repetir a mesma resposta em dois endereços.
Perguntas frequentes
Não pelo nome. Pilates não aparece no rol da ANS. O que o rol lista são procedimentos de reeducação e reabilitação física, com sessões ilimitadas no plano ambulatorial, e a técnica usada dentro da sessão é escolha do fisioterapeuta, pela Resolução Normativa 465.
Aula em estúdio, sem pedido médico e sem ser sessão de reabilitação, é pagamento particular. A regra da reabilitação está na página de fisioterapia no plano de saúde.
Cobre. Exames de laboratório, como o hemograma, estão no rol nas segmentações ambulatorial, hospitalar e referência, e poucos têm diretriz de utilização com critério próprio. No plano só hospitalar, o exame entra durante a internação.
O prazo máximo para análises clínicas em regime ambulatorial é de três dias úteis, pela Resolução Normativa 566 da ANS, o menor prazo em dias da tabela.
Não. Óculos e lente de contato não estão no rol, e a Lei 9.656 exclui órtese e prótese que não estejam ligadas a um ato cirúrgico.
A consulta com oftalmologista é coberta no plano ambulatorial. E na cirurgia de catarata a lente implantada dentro do olho faz parte do procedimento do rol, justamente por estar ligada à cirurgia.
Procurando o nome técnico no Anexo I da Resolução Normativa 465, que a ANS publica consolidado a cada atualização. Cada linha mostra as segmentações em que o item é obrigatório e se existe diretriz de utilização.
O nome do rol raramente é o nome falado no consultório. O caminho mais seguro é pedir ao médico o nome técnico do procedimento e fazer a pergunta à operadora com número de protocolo. O guia do rol da ANS explica como a lista é atualizada.
Não. A lista mínima é a mesma para qualquer plano regulamentado, da mesma segmentação. O que o preço compra é outra coisa: rede, acomodação, abrangência e reembolso.
Um produto pode incluir algo além do rol por cláusula própria, e aí a garantia é o texto do contrato, não a norma da ANS.
Vale para os contratos firmados depois que a Lei 9.656 entrou em vigor e para os antigos que foram adaptados a ela. Plano antigo nunca adaptado segue o que o próprio contrato diz.
Quem tem um contrato desses pode optar pela adaptação prevista no artigo 35 da Lei 9.656, e o aumento que vier com ela fica restrito ao acréscimo de cobertura. O outro caminho é trocar de produto, como mostra a página sobre trocar de plano.
Diga quem vai usar o plano e em que cidade. A gente indica a segmentação que cobre o que você procura e compara produtos com rede de verdade por perto, sem perguntar o motivo.
Você não paga nada a mais por contratar com corretor. A remuneração vem da operadora e já está dentro da mensalidade que ela cobra de qualquer jeito.