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Plano Certo Saúde, corretora de planos de saúde

O plano de saúde cobre hemodiálise? O que a regra garante

A sessão de hemodiálise está na lista mínima da ANS em todas as segmentações de atendimento médico, até no plano só ambulatorial. O que decide o começo do tratamento é outra coisa: carência, cobertura parcial temporária e a clínica de diálise estar na rede do produto.

  • Corretora de planos de saúde, não somos operadora
  • Você não paga nada a mais por contratar com corretor

Ficha rápida desta página

  • Está no rolSim. Hemodiálise crônica, hemodiálise contínua e diálise peritoneal aparecem com marcação ambulatorial, hospitalar e referência.
  • Marcada como alta complexidadeA hemodiálise crônica e a diálise peritoneal levam a sigla PAC no rol, o tipo de procedimento que a cobertura parcial temporária alcança.
  • Carência do tratamento programadoTeto de cento e oitenta dias. A operadora pode pedir menos, e o número de cada produto vem escrito na proposta.
  • ContinuidadeTratamento contínuo não recomeça a contagem do prazo de atendimento a cada sessão.
  • O que este site perguntaIdade de quem entra, cidade e forma de contratação. Nenhum campo pede diagnóstico.

A ficha resume o rol. O plano de tratamento, a frequência das sessões e a modalidade de diálise saem do nefrologista que acompanha o caso.

Cotação que começa pela rede de diálise

Nenhum campo pergunta sobre saúde. A cidade serve para conferir quais clínicas de diálise aparecem em cada linha de produto.

Separe as idades por vírgula.
É a partir dela que a rede de nefrologia é comparada.
Pessoa física, CNPJ ou entidade de classe.

Seu contato não é repassado para outros corretores. Os dados servem para montar a cotação e para o atendimento, conforme a política de privacidade e cookies.

Peça por peça

Nem tudo do tratamento de diálise está na mesma segmentação

Itens do tratamento de diálise no rol da ANS, as segmentações em que aparecem e a marcação de alta complexidade.
Item do rolSegmentaçõesAlta complexidade
Hemodiálise crônicaAmbulatorial, hospitalar e referênciaSim
Hemodiálise contínuaAmbulatorial, hospitalar e referênciaNão
Diálise peritoneal ambulatorial contínua, com o treinamentoAmbulatorial, hospitalar e referênciaSim
Diálise peritoneal automáticaAmbulatorial, hospitalar e referênciaSim
Construção de fístula arteriovenosaAmbulatorial, hospitalar e referênciaNão
Implante cirúrgico de cateter de longa permanência para hemodiáliseSó hospitalar e referênciaNão
Implante ou retirada de cateter peritonealSó hospitalar e referênciaSim

A leitura prática: um plano só ambulatorial paga a sessão, mas não o implante cirúrgico do cateter de longa permanência nem o do cateter usado na diálise peritoneal. Quem contrata só ambulatorial para economizar deixa um buraco justamente no acesso por onde a diálise acontece.

Plano hospitalar e plano referência cobrem as duas pontas. A diferença entre segmentações está detalhada no guia do que o plano cobre.

Base: Anexo I do rol de procedimentos da ANS, Resolução Normativa 465 e atualizações, consultado em 24 de setembro. Lei 9.656, artigo 12, incisos I e II.

Na hora de contratar

Carência e cobertura parcial temporária mudam o começo

Se a doença renal não era conhecida

  • Vale só a carência do produto, com teto de cento e oitenta dias para tratamento programado
  • Cumprida a carência, a hemodiálise segue a regra de qualquer procedimento do rol
  • O primeiro atendimento de alta complexidade tem prazo máximo de vinte e um dias úteis

Se a doença renal já era conhecida e foi declarada

  • A operadora é obrigada a oferecer a cobertura parcial temporária, e pode oferecer o agravo como alternativa
  • Por até vinte e quatro meses, alta complexidade ligada à condição declarada pode ficar suspensa
  • Consulta com o nefrologista e exame de acompanhamento não entram nessa suspensão
  • Em contrato empresarial com trinta vidas ou mais, quem entra em até trinta dias não cumpre cobertura parcial temporária

Para quem já faz diálise, esse é o ponto que mais pesa: antes de comparar operadoras, vale saber se a entrada será por um contrato em que a cobertura parcial temporária não se aplica, ou se o tempo de um plano atual pode ser levado pela portabilidade de carências.

Base: Lei 9.656, artigo 11 e artigo 12, inciso V. Resolução Normativa 558 da ANS, artigos 2º e 6º. Resolução Normativa 557 da ANS, artigo 7º. Resolução Normativa 566 da ANS.

Tratamento em curso

O que a norma protege quando a diálise já começou

A Resolução Normativa 465 da ANS trata hemodiálise e diálise peritoneal como procedimentos contínuos. A operadora tem de assegurar a sequência do tratamento conforme a prescrição do médico assistente, e o prazo máximo de atendimento não volta a correr a cada sessão.

Isso não prende o paciente a um endereço. A clínica pode mudar dentro da rede; o que a norma garante é que o tratamento não pare por causa da troca.

Quem troca de plano no meio do tratamento corre outro risco. Entrar num contrato novo sem portabilidade recomeça a carência e traz de volta a declaração de saúde. Pedida antes de assinar, a portabilidade evita isso, e quem cumpriu cobertura parcial temporária precisa de três anos no plano de origem para usá-la.

Base: Resolução Normativa 465 da ANS, artigo 16. Regras de portabilidade da ANS, Resolução Normativa 438.

Perguntas frequentes

Cinco dúvidas de quem precisa de diálise

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As páginas que completam esta decisão

Uma trata da contratação com doença crônica, outra do cuidado que sai do hospital.

Compare a rede de diálise antes do preço

Mande a cidade e a forma de contratação. A gente levanta em quais linhas de produto há clínica de diálise credenciada perto de você e qual contrato tem a regra de entrada mais favorável.

Você não paga nada a mais por contratar com corretor. A remuneração vem da operadora e já está dentro da mensalidade que ela cobra de qualquer jeito.

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