Cirurgia de miopia
A cirurgia refrativa tem diretriz de grau própria e nenhuma relação com a catarata.
Ver a cobertura de cirurgia de miopiaA cirurgia está na lista mínima da ANS, inclusive no plano ambulatorial. A dúvida real costuma ser a lente: o que é parte do ato cirúrgico e o que o consultório oferece como opção paga.
A ficha resume a lista mínima. A técnica, a lente indicada e o momento da cirurgia são decisão do oftalmologista que acompanha você.
Os itens de olho ligados à catarata
| Item da lista da ANS | Para que serve, em palavras simples | Onde aparece |
|---|---|---|
| Facectomia com lente intraocular | Retirar o cristalino opaco e colocar a lente artificial no mesmo ato | Ambulatorial, hospitalar e referência |
| Facectomia sem implante | Retirar o cristalino quando o médico decide não implantar a lente naquele momento | Ambulatorial, hospitalar e referência |
| Implante secundário ou explante de lente intraocular | Colocar a lente numa segunda cirurgia ou retirar uma lente que precisa sair | Ambulatorial, hospitalar e referência |
| Capsulotomia com YAG laser ou cirúrgica | Tratar a opacidade da cápsula que pode aparecer depois da cirurgia | Ambulatorial, hospitalar e referência |
| Remoção de pigmentos da lente com YAG laser | Limpar depósito sobre a lente implantada | Ambulatorial, hospitalar e referência |
Base: Anexo I da Resolução Normativa 465 da ANS, consolidado até a Resolução Normativa 678, grupo do cristalino. O YAG laser aparece escrito nesses dois itens, e é por isso que ele tem cobertura assegurada neles.
A lente é onde a conta muda
Por que o laser pesa
A Resolução Normativa 465 da ANS diz que procedimento feito com laser, robótica ou outra técnica minimamente invasiva só tem cobertura assegurada quando o item da lista traz a técnica escrita.
O item da catarata fala em facoemulsificação, que usa ultrassom, e não menciona laser de femtossegundo. A clínica pode oferecer essa versão, mas ela não faz parte da lista que toda operadora cumpre. Se o orçamento vier com laser, pergunte se a cirurgia com facoemulsificação está disponível na rede pelo plano.
Perguntas frequentes
Cobre. A cirurgia está na lista mínima da ANS como facectomia com lente intraocular e aparece tanto na segmentação ambulatorial quanto na hospitalar e no plano-referência.
Ela depende do pedido do oftalmologista e da carência do contrato. A lógica de agendamento, que vale para qualquer cirurgia marcada, está na página de cirurgia eletiva.
Nenhuma norma obriga a operadora a pagar um modelo específico de lente. A obrigação é a prótese ligada ao ato cirúrgico, e essa regra não escolhe marca nem recurso óptico.
Quando o oftalmologista oferece uma lente multifocal para diminuir o uso de óculos, pergunte por escrito se ela é indicação clínica ou opção sua. É essa informação, registrada no pedido, que a operadora vai analisar.
Entra, porque a lista marca a facectomia com lente intraocular também na segmentação ambulatorial. Essa é uma exceção: a correção de hérnia, por exemplo, só existe na parte hospitalar.
O limite do ambulatorial é a estrutura hospitalar por mais de doze horas. Se o médico indicar internação, a cobertura passa a depender de o contrato ter a parte hospitalar.
Pode mudar. Condição conhecida entra na declaração de saúde, e a operadora pode aplicar cobertura parcial temporária, que suspende por até vinte e quatro meses a cirurgia ligada a ela.
A consulta com o oftalmologista e os exames de rotina continuam cobertos depois da carência normal. O mecanismo inteiro está no guia de cobertura parcial temporária.
A consulta com oftalmologista tem prazo máximo de quatorze dias úteis, porque a especialidade fica no grupo das demais especialidades da Resolução Normativa 566 da ANS.
Para a cirurgia, o teto muda com o regime: dez dias úteis em hospital-dia, vinte e um dias úteis em internação eletiva. A tabela está no guia de prazos de atendimento.
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Uma trata da outra cirurgia de olho do eixo, as outras duas da regra geral que vale aqui também.
A cirurgia refrativa tem diretriz de grau própria e nenhuma relação com a catarata.
Ver a cobertura de cirurgia de miopiaCarência, teto de agendamento e diferença para a urgência, comum a toda cirurgia marcada.
Ver a regra da cirurgia eletivaComo a lista mínima é organizada e quando algo fora dela pode ser coberto.
Ler o guia do rol da ANSDiga a cidade e a idade de quem entra no plano. A gente mostra em quais produtos as clínicas de olho que você usa aparecem na rede, lembrando que essa lista pode mudar.
Você não paga nada a mais por contratar com corretor. A remuneração vem da operadora e já está dentro da mensalidade que ela cobra de qualquer jeito.