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Plano Certo Saúde, corretora de planos de saúde

Transplante pelo plano de saúde: órgãos, doador e fila

O plano cobre os transplantes que a ANS lista, e a regra vai além da cirurgia: inclui o doador vivo e o acompanhamento depois. Esta página mostra o que entra, o que fica de fora e por que a fila não muda.

  • Corretora de planos de saúde, não somos operadora
  • Você não paga nada a mais por contratar com corretor

Ficha rápida desta página

  • Na lista mínimaRim, fígado, córnea e medula óssea. Coração e pulmão não aparecem.
  • Medula ósseaAutólogo pela diretriz 71 e alogênico pela diretriz 70, com receptor de até setenta e cinco anos.
  • Doador vivoAs despesas assistenciais do doador ficam com a operadora de quem recebe o órgão.
  • FilaÓrgão de doador falecido segue a fila única da central de transplantes. O plano não muda a posição.
  • Remédio em casaMedicamento de manutenção tomado depois da alta não é obrigação do plano.

A indicação de transplante e a inscrição na fila são decisões da equipe médica e do sistema público de transplantes. A ficha resume o que a norma da ANS obriga.

Cotação para a família

Não pedimos laudo, diagnóstico nem posição em fila. Só quem vai usar o plano, a cidade e o WhatsApp.

Diga só quem entra no contrato.
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Seu contato não é repassado para outros corretores. Os dados servem para montar a cotação e para o atendimento, conforme a política de privacidade e cookies.

O que está na lista

Transplantes da lista mínima e a regra de cada um

Transplantes de órgãos e tecidos na lista da ANS, com a regra adicional de cada um.
TransplanteComo aparece na listaRegra adicional
RimReceptor e doador vivo ou falecido, com a retirada do rim do doadorSem diretriz de utilização própria
FígadoReceptor e doador vivo ou falecidoIncluído pela Resolução Normativa 546 da ANS
CórneaTransplante e retirada para transplanteSem diretriz de utilização própria
Medula óssea autólogoCélulas do próprio pacienteDiretriz 71, receptor de até setenta e cinco anos com doença listada
Medula óssea alogênicoCélulas de outra pessoa, parente ou nãoDiretriz 70, receptor de até setenta e cinco anos com doença listada
Coração e pulmãoNão aparecem na lista mínimaSó pelo caminho de fora do rol, com os cinco requisitos do Supremo

Base: Lei 9.656, artigo 10, parágrafo 4º, que manda a ANS definir no rol a cobertura de transplantes. Anexos I e II da Resolução Normativa 465 da ANS, consolidados. Todos os itens ficam na segmentação hospitalar e no referência.

Receptor, doador e o que vem depois

Quem paga cada parte do transplante

O que a operadora do receptor cobre

  • Despesas assistenciais do doador vivo, como exames, internação e a cirurgia de retirada
  • Medicamentos usados durante a internação do transplante
  • Acompanhamento clínico no pós-operatório imediato, no mediato e no tardio
  • Captação, transporte e preservação do órgão, sem custo para quem recebe

O que fica fora da obrigação

  • Medicamento de manutenção usado em casa depois da alta
  • Transplante de coração ou de pulmão, que não está na lista mínima
  • Passar na frente da fila de órgão de doador falecido

A fila é a mesma para todos

O que o plano muda e o que não muda

Quem precisa de órgão de doador falecido é inscrito numa central de notificação, captação e distribuição de órgãos e entra na fila única de espera. A Resolução Normativa 465 da ANS repete essa regra para a saúde suplementar: ter plano não dá acesso a outra fila.

O plano muda quem paga a cirurgia, a internação e o acompanhamento, e em qual hospital da rede o procedimento acontece, entre os autorizados pelo Sistema Nacional de Transplantes.

Transplante é procedimento de alta complexidade. Se a condição que leva a ele já era conhecida na contratação, a operadora pode aplicar cobertura parcial temporária por até vinte e quatro meses, e nenhuma corretora consegue prometer o transplante dentro desse prazo.

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