O que o plano cobre
O termo que mais aparece em proposta, e o que a lista mínima obrigatória quer dizer na prática.
Ler o guia de coberturaVinte e oito termos explicados em uma frase cada, agrupados por momento do contrato. Quando duas propostas parecem impossíveis de comparar, quase sempre o problema é vocabulário, e não produto.
Este é o único guia do hub que vale como lista longa. Ele existe para ser consultado no meio de uma leitura de proposta, quando um termo trava a comparação.
Cada termo tem uma frase em linguagem de leigo e um link para o guia que explica o assunto inteiro. Os termos estão agrupados por momento da vida do contrato: entrada, dinheiro, uso e contrato.
São os termos que aparecem entre a proposta e o primeiro uso do plano.
São os termos que decidem quanto você paga hoje e quanto vai pagar depois.
São os termos que decidem o que está coberto, quem atende e em quanto tempo.
São os termos que dizem qual empresa faz o quê e quem responde por cada parte.
Vira decisão no momento em que você tem duas propostas na mesa e precisa dizer qual é melhor. Sem o vocabulário, a comparação acaba sendo feita pelo preço, que é o único número que todo mundo entende.
Com o vocabulário, a comparação passa a ser por rede, segmentação, abrangência e acomodação, que é o que realmente muda a sua vida. Esses quatro estão no guia de rede credenciada, no guia de cobertura, no guia de abrangência e no guia de acomodação.
Para ver os termos aplicados a produtos reais, veja o plano individual e familiar e o plano para MEI.
Perguntas deste guia
Carência é tempo de espera por tipo de atendimento, e vale para todo mundo. Cobertura parcial temporária é restrição ligada a uma doença declarada, dura até vinte e quatro meses e alcança só cirurgia, leito de alta tecnologia e alta complexidade daquela doença.
As duas podem correr ao mesmo tempo, e por isso confundem tanto.
Coparticipação é cobrada a cada uso. Franquia é um valor que você assume antes de a operadora entrar.
As duas precisam estar escritas no contrato, com o critério de cobrança. O detalhe está no guia de coparticipação.
Não são. A operadora emite o contrato, define a rede e aplica o reajuste. A corretora compara operadoras, explica as regras e acompanha a contratação.
A Plano Certo Saúde é corretora. Não somos operadora e não somos a ANS.
Rol é a lista de procedimentos que o plano precisa cobrir. Rede é a lista de quem executa esses procedimentos.
Um procedimento pode estar no rol e não ter prestador perto de você, e aí entra a regra de garantia de atendimento. Os dois temas estão no guia de cobertura e no guia de rede credenciada.
Não. Segmentação diz o que está coberto, como consultas, internação ou parto. Abrangência diz onde aquilo pode ser usado.
Dá para ter segmentação completa com abrangência municipal, e o contrário também.
Porque cada operadora batiza o próprio produto, e o nome comercial não precisa parecer com o nome de nenhuma outra. O que padroniza é o nome registrado do produto na ANS.
Quando duas propostas parecem incomparáveis, quase sempre é vocabulário, e não produto.
Próxima leitura
O termo que mais aparece em proposta, e o que a lista mínima obrigatória quer dizer na prática.
Ler o guia de coberturaO termo que mais muda a conta do ano, com a diferença entre cobrança por uso e valor assumido antes.
Ler o guia de coparticipaçãoO termo que mais gera promessa vazia, com os prazos máximos que a lei fixa para cada tipo de atendimento.
Ler o guia de carênciaMande as duas propostas que você está comparando. A gente devolve as duas no mesmo vocabulário, item a item, mostrando onde elas são iguais e onde elas realmente se separam.
Você não paga nada a mais por contratar com corretor. A comissão já está dentro da mensalidade que a operadora cobra de qualquer jeito.